quarta-feira, julho 15, 2009

música cristã contemporânea é música cristã!!!

“Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os habitantes da terra; dai brados de alegria, regozijai-vos, e cantai louvores. … exultai diante do Rei, o Senhor” (Salmo 98:4-6).

A música – tópico polêmico no atual panorama do cristianismo – é, também, um assunto de tempero forte dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Nada inflama as paixões dos crentes mais que a “dignidade” ou a “falta de dignidade” desse ou daquele tipo de música. Infelizmente, deixa-se passar por alto a realidade de que fatores como gosto pessoal, cultura, educação, estilo de vida e inúmeros outros podem ditar a preferência musical de uma pessoa. Portanto, muitos membros da igreja que são sinceros, porém dogmáticos, podem estar tomando determinada posição mais por opiniões pessoais que por princípios bíblicos.

A música é comum a todos os povos, classes e culturas. Por ela, cada sociedade compartilha de um tipo de apreciação. E os tipos de música são notoriamente diversos, de fato. Mas tudo é música do mesmo jeito. Então, por que o assunto da música é tão controvertido? Por que, de forma frequente, a intolerância, proeminentemente, se assenta na fileira da frente, quando a música começa a tocar? Por que uma forma de música é aceita hoje, se para uma ou duas gerações atrás ela era “barulho demoníaco, desviando as pessoas de Deus”?

Dan e Peter Stevens, autores de “Por que derrubar o Rock?” (Why Knock Rock?), declaram: “Assim como uma língua … a música tem a capacidade de se comunicar somente com a cultura que a produz. Ela geralmente confunde quem está de fora, assim como pessoas de idiomas diferentes, algumas vezes, são vítimas de mal-entendidos e frustrações em virtude de falhas de comunicação. Isto ocorre com música ou diferentes gerações” (Dan Stevens and Peter Stevens, Why Knock Rock? (Minneapolis: Bethany House Pub., 1994).

Simplificando, as pessoas gostam do que elas gostam. Se algo soa estranho ou diferente, então, para muitos, “é do diabo”. Mas espere um minuto! Só porque eu não gosto de alguma coisa ou porque tive alguma experiência negativa com ela, isso não a torna pecaminosa ou maligna. Quando eu estava no Ensino Médio, me machuquei num acidente com esqui aquático no mar. Até hoje não pratico mais esqui aquático. Portanto, praticar esqui aquáticoé errado? Não, só não é meu esporte favorito.

As Zonas de Conforto Variam

Será que alguns líderes de igreja denunciam o “rock” cristão porque eles não o entendem ou, talvez, porque estejam cegados de preconceitos oriundos de sua geração ou preferência pessoal? Não há dúvida de que eles sejam líderes íntegros! Mas integridade não pode ser algo que leve os jovens adventistas a rejeitarem a religião simplesmente pela falta de uma forma legítima de expressar sua própria identidade cristã. Como aconteceu com Davi, não deveria ser permitido à atual geração de adventistas o ato de “lutar com sua própria armadura”?

Ao dizer tudo isso, não estou promovendo “rock and roll”. Só estou defendendo uma forma legítima de fazer música cristã e dar o testemunho da fé em Jesus. Creio que a música, em si mesma, é destituída de qualidade moral, tanto para o bem quanto para o mal. A questão tem mais a ver com o emprego da música que com a música propriamente dita. Paul Hamel, um músico adventista conservador, faz a aplicação à neutralidade da música instrumental quando ele escreve o seguinte, em Adventists Affirm: “Talvez nenhuma linha melódica seja de herança maligna, ou uma harmonia de quatro partes inaceitável. Eu não tenho como conceber uma série de acordes que seriam, em si mesmos, objetáveis”. Embora, aqui, Hamel seja tão verdadeiro, por outro lado, ele toma uma posição inconsistente quando lida com a música rock cristã, considerando-a “incabível na igreja, não importando quão ortodoxa seja sua letra”, por causa de sua associação com “tipos de comportamentos não cristãos e inaceitáveis”.

Padronização Dúbia?

O problema é que, de certo modo, Hamel não aplica o mesmo padrão para a música secular clássica que tem, também, suas raízes e suas associações não cristãs. Tome, por exemplo, a marcha nupcial de Lohengrin, uma ópera libreto que ele reconhece ser “baseada em conceitos longe dos ideais cristãos”. Ainda assim, ele declara: “Embora não tenha sido criada com um propósito sacro, ela é uma música que foi artisticamente composta, em contraste com o que é ocasionalmente ouvido em nossas igrejas hoje em dia” (Paul Hamel, Adventist Affirm, Fall 1991). Evidentemente, ele considera que músicos cristãos contemporâneos tais como Amy Grant, Russ Taff, Ray Boltz e David Meece (formado na Juilliard, renomada escola de música e artes em NY, EUA) sejam algo menos que “compositores artísticos”. Mas, baseado em quê? A única resposta possível é “gosto pessoal”.

A música pode ser boa ou má dependendo do seu uso. Considere como os nazistas tocavam a música de Wagner para acalmar as emoções das suas vítimas de câmara de gás, enquanto estas marchavam para a morte. A música usada para o mal produz resultados malignos, mas não é por isso que a gente vai “jogar o bebê fora, junto com a água da banheira”. Eliminar as raízes seculares da música cristã significaria dizer adeus aos hinos de Martinho Lutero, cuja musicalidade foi emprestada das músicas folclóricas seculares alemãs. Bernard de Clairvaux, um cristão do século XII, colocou a letra de “Oh! Fronte Ensangüentada” [Hinário Adventista, 65] numa música de uma dança germânica. E do atual “Hinário Adventista do Sétimo Dia”, vários hinos teriam que sair porque foram baseados em canções seculares contemporâneas de seus dias.

Seria possível dizer que todos os nossos hinos tenham sido significativamente influenciados pela música de seus dias? Seria muito bom conceder, aos atuais cristãos, um pouco mais de latitude para pensar e agir por si mesmos, no exercício da harmonização das suas preferências musicais com as suas próprias consciências. Sejam quais forem os nossos caprichos musicais, vamos nos lembrar que a nossa juventude tem o direito à sua própria preferência também. A despeito de como nos sintamos em relação à música cristã contemporânea, ela é música CRISTÃ.

Diferente do Rock Secular

A música cristã contemporânea se difere do rock secular em quatro áreas principais: letra, estilo de vida, objetivos e estética visual. Em cada uma dessas áreas, o artista cristão procura exaltar a Jesus Cristo e/ou o estilo de vida cristão. Para milhões de pessoas, essas músicas têm sido benéficas na manutenção da sua caminhada com Cristo e do contínuo estado de oração defendido em I Tessalonicenses 5:17.

Barbara Jepson, escrevendo no Wall Street Journal, observa: “A questão, eu penso, não é se essa mistura do sacro com o secular é inapropriada, mas quão efetivamente ela funciona. Como sou uma jornalista musical e, ao mesmo tempo, cristã, tenho três critérios: De alguma forma, o conteúdo espiritual me encoraja, exorta ou conforta? Segundo, a música é atraente? Finalmente, a música combina com a letra…?” (Barbara Jepson, “Pop Music for the Young and Pious”, Wall Street Journal, Jan. 6, 1993). E ela prossegue mostrando como a música cristã contemporânea amplamente se encaixa nesses requerimentos espirituais tão fielmente como qualquer outro tipo de música cristã tradicional.

Pela contemplação, nós somos transformados (veja 2Coríntios 3:18). Aqueles que enchem suas mentes com mensagens seculares, positivas ou negativas, invariavelmente se tornarão mais seculares. Entretanto, aqueles que ouvem música cristã contemporânea estão enchendo suas mentes com uma mensagem cristã. E isso, somado a uma fiel vida devocional, termina resultando em frutificação espiritual. Mas, para muitos jovens adventistas, as formas tradicionais ou antigas de louvor a Deus simplesmente “não colam”. É algo que, nada mais nada menos, não lhes dá uma comunicação com a qual possam identificar-se. E, com certeza, isso não é porque eles teriam sido “corrompidos pelo mundo”, como alguns prefeririam definir sem pensar.

No começo dos anos 70, Bob Larson, um ex-músico de rock secular e DJ, condenou a música rock cristã. E, de fato, ele é a fonte mais frequentemente citada por adventistas que desejam denegrir a música cristã contemporânea. Infelizmente, eles citam o Larson do passado. Nos anos 80, depois de entrevistar músicos, ouvi-los e estudar o rock cristão, Larson mudou de ideia. Depois disso, passou a endossar, avidamente, esse tipo de música como uma alternativa cristã saudável.

Jovens que abandonam “Guns ‘n Roses” ou “Red Hot Chili Peppers” por Cristo, precisam de uma alternativa saudável e jovem: música de boa qualidade que lhes dê motivação positiva e lhes fale do amor de Jesus. Se forçados a engolir a música de uma geração passada, da qual eles não gostam, eventualmente se voltarão contra ela – e contra a igreja, que os roubou de sua verdadeira geração e de seu significado pessoal.

Evangelismo Contemporâneo Cristão

Os jovens de hoje, principalmente os adolescentes, vivem com a música. É a paixão deles. Para alguns, é a sua vida. A compreensão do que isso significa pode nos dar um forte grau de cuidado, quando somos tentados a tentar alcançar a juventude com a música religiosa dos anos 40, 50 ou até mais antiga ainda. Seria errado que um evangelista jovem recrutasse bons cantores adventistas com modos contemporâneos e fizesse uma campanha voltada a um público de adolescentes e jovens de até 30 anos? Billy Graham destaca que 85% de todas as conversões para Cristo acontecem entre aqueles que têm até 18 anos. Com tudo isso em mente, se tal campanha fosse realizada numa cultura contemporânea, será que ela teria algum tipo de sucesso sem o uso de uma música contemporânea cuidadosamente escolhida?

A música cristã contemporânea é uma forma de traduzir a mensagem adventista do sétimo dia para uma linguagem que será compreendida pela geração presente. Se os músicos adventistas pudessem desfrutar do apoio dos líderes da igreja quando expressam as três mensagens angélicas de um jeito mais contemporâneo, veríamos um crescimento tanto no ganhar como no manter os jovens na igreja. Se pudéssemos ter a garantia da liberdade de expressão, incontestavelmente, estancaríamos a corrente hemorrágica da igreja que perde seus jovens.

Pastor Michael Tomlinson

Fonte: www.ministrymagazine.org

quinta-feira, julho 09, 2009

Thiago Springer White


Quando jovem James White (ou Thiago White) era um professor escolar. Mais tarde ele se tornou um ministro Cristão em Maine. Ele aceitou a visão de William Miller sobre o segundo advento e teve êxito pregando a doutrina da breve vinda do Senhor Jesus. Ele era um bom líder, um missionário talentoso e capaz; pregava o evangelho com poder em publico. Ele não só participou com William Miller, Joseph Bates, e outros pastores anunciando o advento de nosso Senhor por volta de 1840, como também deu continuidade ao movimento Millerita, tornando-se o primeiro grande apóstolo da mensagem Adventista.
James White foi o editor do primeiro periódico emitido pelos Adventistas, Verdade Presente(1849); foi também o primeiro editor da Review and Herald (1850), Instrutor Jovem (1852), e de Sinais dos Tempos (1874). Ele foi presidente da Conferência Geral entre 1865-1967, 1869-1871,e 1874-1880. Foi o único presidente da história da igreja adventista a ser reeleito! Se há um fundador das instituições das Publicações dos Adventistas do Sétimo Dia, este foi James White junto com a sua esposa Ellen White. Ele foi o patrocinador e o promotor da Pacific Press, a maior publicadora dos Adventistas, hoje um conglomerado capitalista servindo aos interesses do
clero. Ele morreu em 6 de agosto de 1881, quando tinha somente sessenta anos de idade.
Literalmente trabalhou até a sua morte. Os irmãos apoiavam-se tanto na sua pessoa que
sentiram profundamente a sua morte. Seus sessenta anos de vida foram vividos abnegadamente e com muitos sacrifícios pessoais. Nenhum outro ministro adventista fez mais que ele para construir os princípio e objetivos das instituições adventistas. Hoje estes princípios foram totalmente desvirtuados e até abandonados para dar lugar a uma nova ordem de administração voltada mais para os números, do que para a salvação de almas.

chegou a hora - arautos do rei

enem 2009 - informaçoes extras

Vocês poderão assistir a entrevista com o presidente, Prof. Reynaldo Fernandes, do INEP/MEC (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), com a explicação para os alunos adventistas que poderão fazer o exame ENEM 2009, após o por do sol, do dia 03 de outubro.








As inscrições estão abertas até o dia 17 de julho.
O site para fazer a inscrição é: www.inep.gov.br.

A Revista Novo Tempo apresentará a entrevista com o Prof. Reynaldo Fernandes, na sexta-feira, dia 10 de julho, às 20h00.

Por favor, divulguem essas informações.
Mais informações: www.portaladventista.org

Prezada Senhora Dormélia:
O INEP está tratando de uniformizar internamente uma determinação que partiu do presidente Reynaldo Fernandes. Reitero a informação de que estamos reestruturando a apresentação das opões do sistema de inscrições ao Enem 2009 para que fiquem da seguinte forma:

Necessita de condições especiais para realizar a prova? (x) Sim ( )Não Atendimento especial
1. Unidade hospitalar
2. Unidade prisional
3. Outro _________________________ (é nesse campo que o sabatista deve declarar sua condição)

Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida
1. …
2. …
3. …
4. …
5. …
6. …
7. Outra (quem já tiver se declarado sabatista aqui ou vier a utilizar esse campo, consideraremos também em nosso banco)

O sistema de inscrições já foi devidamente adaptado, e segundo a área técnica está em condições de ser acessado.

Colocamo-nos à disposição para quaisquer outras dúvidas.

Em audiência com a presença do Pastor Edson Rosa e Líderes da Igreja Adventista, o Presidente do INEP assegurou o pronto atendimento aos guardadores do sábado.

João Marcos Martins
Chefe de Gabinete do Presidente do INEP/MEC

Seria errado aceitar uma pedrada?



Publicado por Julho 8, 2009 por Tiago Ferreira
“Atenção! O planeta Terra pode ser destruído” – disse Albert Einstein ao presidente Roosevelt. “O planeta e todos os seus habitantes estão emitindo uma corrente constante e de baixa freqüência de sinais de desespero” – Phillip Yancey. “Sabemos que toda a criação geme como se estivesse com dores de parto (Romanos 8:22 – ECA)”. É “A Terra no Limite”, pois já estarmos arrancando do planeta mais do que ele pode dar, como mostrou a reportagem especial da Veja em 12/10/05. Estamos destruindo a mãe que nos mantêm vivos: a Natureza.

Se parássemos para pensar no quanto a vida em nosso mundo está por um fio, enlouqueceríamos. Mas muita gente está preocupada. Há muito, a TV Record já veiculou uma série intitulada Fim dos Tempos, para tratar das ameaças à existência do homem na Terra. A revista Super Interessante de outubro de 2005 chegou a anunciar, de capa, que “O Fim do Mundo Começou”.

Cientistas americanos como o biólogo Edward O. Wilson, o geofísico Michael Mann, e outros, clamam insistentemente pela atenção da humanidade para um perigo real e cada vez mais imediato: os riscos que a nossa sobrevivência corre. Podemos ser arrastados numa convulsão autodestrutiva, levando conosco as formas mais complexas de vida. Em seu livro Nossa Hora Final, o astrônomo real da Grã Bretanha, Martin Rees, diz que as maiores possibilidades de autodestruição são: terrorismo nuclear, vírus mortais fabricados em laboratórios, máquinas descontroladas ou grandes aberrações causadas por manipulações de engenharia genética. Para este professor de Cambridge, porque a humanidade tem agora em suas mãos estas novas bombas, as chances de um desastre apocalíptico atingir o planeta aumentaram de 20%, 100 anos atrás, para 50%, hoje. Diante disto, Paul Crutzen, cientista holandês, chega a propor que não estamos mais no holoceno, mas em uma outra era, o antropoceno.

Mas não é só a ação do homem que põe em risco a nossa comunidade global. O jurista americano Richard Posner, em seu livro Catástrofe – Risco e Resposta, analisa a possibilidade de a humanidade vir a ser aniquilada, também, por cataclismos naturais. Os oceanos estão se aquecendo, enchentes e secas ocorrem mais amiúde, espécies são extintas, furacões, tsunamis, terremotos e maremotos estão cada vez mais presentes e violentos, ondas de calor nos agridem, as calotas polares derretem… O planeta não pode negar seu flagelo.

Uma catástrofe está realmente para acontecer, ainda em nosso tempo.

Além destes perigos, a Terra ainda sofre com ameaças externas. O Ministério da Ciência e Tecnologia do Governo do Brasil, através de sua unidade de pesquisa chamada ON (Observatório Nacional), sustenta um fórum informativo sobre astronomia (Pergunte a Um Astrônomo), onde os cientistas esclarecem aos leigos as curiosidades das novas descobertas. O assunto mais questionado ali é a possibilidade de um asteróide colidir com a Terra. O que aconteceria?

Em julho de 2002, o asteróide 2002NT7 esteve encabeçando a lista dos objetos que possuíam risco de impacto com a Terra. Ele fora descoberto no dia nove daquele mês, durante observações de rotina, em um projeto do Massachussets Institute of Technology (MIT) dedicado à descoberta de novos asteróides. A colisão do 2002NT7 com a Terra produziria uma catástrofe de dimensões continentais. Milhares de cidades ficariam arrasadas e milhões de pessoas morreriam instantaneamente, num intervalo de alguns poucos minutos. Mas… observações posteriores permitiram uma determinação mais precisa da órbita do 2002NT7, e a probabilidade de colisão deixou de existir. Ufa! Este elemento foi oficialmente retirado da lista de objetos perigosos no dia 01/08/02.

Todavia, por outro lado, o problema das colisões com a Terra é muito mais amplo. Todos os dias a Terra é bombardeada por pequenos pedaços de asteróides chamados de meteoritos, tão pequenos, que muitas vezes nem nos damos conta de sua queda. Outros tantos asteróides ainda não foram descobertos pelos astrônomos, e podem estar passando muito perto de nós.

O que? Uma grande pedra pode vir do espaço, chocar-se com nosso planeta e destruir todos os estados deste mundo? O que você faria se isso fosse anunciado?

Foi exatamente isto que Deus predisse através do profeta Daniel. Uma grande pedra está se aproximando do nosso planeta. No capítulo dois de seu livro, ele descreve a história dos impérios da Terra. Naquela narrativa, cada um dos domínios mundiais é simbolizado pelas partes de uma estátua que foi vista num sonho. Pelo cumprimento minucioso da profecia ao longo da história, podemos ver que estamos vivendo na última parte, o que quase chamaríamos de a época dos “dedos da estátua”. Isto mostra-nos que estamos no fim da história dos impérios, e muito próximos do início de uma outra era.

Esta transição de épocas foi vista no sonho de uma forma realmente asteroidal. “…uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmigalhou. Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro foram despedaçados, viraram pó, como o pó da debulha do trigo na eira durante o verão. O vento os levou sem deixar vestígio. Mas a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda (Daniel 2:34-35)”.

No artigo que postei aqui na semana passada (www.novotempo.org.br/advir/?p=1841 – Seria Errado Contar Esta História) já descobrimos o que significam estes detalhes, de maneira que até poderíamos parafrasear estes versos assim: “…uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu as nações da Terra nos dias em que a Europa era dividida em nações fortes e fracas, ou seja, nos nossos dias e as esmigalhou. Então tudo o que restava das civilizações modernas, dos gregos, dos medos e persas e do domínio babilônico, foi destruído de maneira que até a lembrança delas foi extinta, sem deixar vestígio. Mas a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda (Daniel 2:34-35 – Paráfrase)”.

Falta-nos descobrir o significado de dois itens deste texto: a “pedra” e a “montanha que encheu toda a terra”. Sobre este último item, também já começamos a estudar: “na época desses reis, o Deus dos céus estabelecerá um reino que nunca será dominado por nenhum outro povo, destruirá todos os reinos daqueles reis e os exterminará (Daniel 2:44)”. Em breve, “o reino do mundo se” tornará “de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre (Apocalipse 11:15)”. “Este Jesus é a pedra (Atos 4:11)” que destruiu a estátua. Sim, “essa rocha era Cristo (1Corintios 10:4)”!

Quando Jesus estava se despedindo dos discípulos (João 14:1-3), fez esta promessa: “Sim, venho em breve (Apocalipse 22:20)”! E deste então, os fiéis cristãos têm guardado esta “bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo (Tito 2:13)”. Em Sua primeira vinda, Jesus veio em humilhação, mas o Seu retorno “será na glória de seu Pai (Mateus 16:27)”. “Ele vem com as nuvens, e todo olho o verá (Apocalipse 1:7)”. “Se, então, alguém lhes disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou: ‘Ali está ele!’, não acreditem. Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos (Mateus 24:23-24)”. Por isso, Ele mesmo advertiu: “cuidado, que ninguém os engane (Mateus 24:4)”. “Mas vocês, irmãos, não estão nas trevas, para que esse dia os surpreenda como ladrão (1Tessalonicenses 5:4)”. Na sua Bíblia, está escrito sobre como a volta de Jesus vai ser! O grande evangelista Moody dizia que há umas 2.500 referências a este assunto.

O apóstolo João foi um que teve uma visão a respeito da vinda de Cristo e disse: “E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante ao Filho do homem, que tinha sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice aguda (Apocalipse 14:14 – RC)”. Palavras muito parecidas com as de Jesus: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória. Vejam que eu os avisei antecipadamente. “Assim, se alguém lhes disser: ‘Ele está lá, no deserto!’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa!’, não acreditem. Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem (Mateus 24:30, 25-27)”.

Jesus usou a figura de um relâmpago para dizer que não haverá nada de secreto quando Ele vier. Será de uma forma globalmente pública. Isto se harmoniza com as descrições de Salmo 50:3-6; Jeremias 25:30-35; Apocalipse 1:7; etc. E nós “o veremos como ele é (1João 3:2)”.

Será à “meia noite” da história deste planeta, quando grande parte da humanidade estiver dormindo tranqüila, e uma outra pequena quantidade de pessoas estiver nas esquinas, bares, boates, plantões, viagens, criminalidades… Um dia comum, para a maioria desavisada dos terráqueos. “Naquele Dia os céus vão desaparecer com um barulho espantoso, e tudo o que há no universo será queimado. A terra e tudo o que ela tem vão sumir… Naquele Dia os céus serão destruídos com fogo, e tudo o que há no universo ficará derretido… Sabendo que tudo isso vai ser destruído assim, então que tipo de gente vocês precisam ser? As suas vidas devem ser agradáveis a Deus e dedicadas a ele. Esperem a vinda do Dia de Deus e façam o possível para que ele venha logo mesmo (2Pedro 3:10-12 – BLH)”. Então você poderá dizer, “este é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos (Isaias 25:9 – RA)”. “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus (1Tessalonicenses 4:16 – RA)”, “com todos os seus anjos (Mateus 25:31; 1Tessalonicenses 3:13)” e muito barulho!!Cristo “voltará da mesma forma como o viram subir (Atos 1:11)”, isto é, pessoalmente.

Mas neste momento, enquanto Ele desce, antes do encontro, algo milagroso acontece: “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (1Tessalonicenses 4:16)”. “Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós [os vivos] seremos transformados. Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade. Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: ‘A morte foi destruída pela vitória’ (1Coríntios 15:52-54)”. Então Jesus “enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e estes reunirão os seus eleitos dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus (Mateus 24:31)”. “Depois nós, os que estivermos vivos seremos arrebatados com eles nas nuvens”. Será o episódio do tão espetacular e esperado ARREBATAMENTO. Todos os justos, de todas as épocas, os ressuscitados e os que não provaram a morte, transformados em corpos gloriosos e imortais, subiremos “para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre (1Tessalonicenses 4:17)”.

Entretanto, infelizmente este não será o mesmo quadro para todos os seres humanos. Jesus falou: “Eis que venho em breve! A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez (Apocalipse 22:12)”. “O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz tropeçar e todos os que praticam o mal (Mateus 13:41)”. E lhes dirá “claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal (Mateus 7:23)”, “para o fogo eterno (Mateus 25:41)”. De sua visão desta cena, João descreveu: “O céu foi se recolhendo como se enrola um pergaminho, e todas as montanhas e ilhas foram removidas de seus lugares. Então os reis da terra, os príncipes, os generais, os ricos, os poderosos todos, escravos e livres, esconderam-se em cavernas e entre as rochas das montanhas. Eles gritavam às montanhas e às rochas: ‘Caiam sobre nós e escondam-nos da face daquele que está assentado no trono e da ira do Cordeiro! Pois chegou o grande dia da ira deles; e quem poderá suportar?’ (Apocalipse 6:14-17)”.

“Então será revelado o perverso, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e destruirá pela manifestação de sua vinda (2Tessalonicenses 2:8)”. Não se trata de discriminação. A diferença será determinada por ter aceitado ou rejeitado a Cristo. É verdade que “os céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios”. Na realidade, “o Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento (2Pedro 3:7-9)”, “ porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (São João 3:16)”.

Não nos cabe saber o dia certo em que Jesus irá voltar (Atos 1:7). “Ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai (Mateus 24:36)”. Mas há várias pistas bíblicas que nos sinalizam que este evento está chegando, como disse São Pedro: “O fim de todas as coisas está próximo (1Pedro 4:7)”. Um exemplo são as mutações que o mundo natural tem sofrido. Jesus disse que quando o tempo de Sua vinda ao nosso planeta estivesse se aproximando, haveria “grandes terremotos e pestes em vários lugares, acontecimentos terríveis e sinais provenientes do céu (Mateus 24:7; Lucas 21:11)”. Nada mais que a caótica situação atual do nosso ecossistema global, não acha?

Outras características da última época que antecede a chegada do Rei são:

Um tempo marcado por “guerras e rumores de guerras, nação contra nação, e reino contra reino;” com “coisas espantosas no céu e na terra… sangue e fogo e nuvens de fumaça (Mateus 24:6-7; Joel 2:30)”.

Um tempo de carência moral: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder… …esses também resistem à verdade. A mente deles é depravada; são reprovados na fé… …se introduzem pelas casas e conquistam mulheres instáveis sobrecarregadas de pecados, as quais se deixam levar por toda espécie de desejos. Elas estão sempre aprendendo, e jamais conseguem chegar ao conhecimento da verdade. (2Timóteo 3:1-9)”.

Um tempo de pobreza, com crescente e egoística desigualdade social (Tiago 5:1-9), causando fomes em várias sociedades (Mateus 24:7).

O jornalista Marcos de Benedicto apresenta uma lista das características do mundo religioso nos dias em que Cristo estiver para voltar: “Entre os sinais religiosos previstos por Jesus, Paulo, Pedro e João estão: (1) um interesse maior pelos prazeres, diversões e entretenimento do que por Deus (2Timóteo 3:4); (2) prática de uma religião de fachada (2Timóteo 3:5); (3) falta de amor (Mateus 24:12); (4) falta de fé (Lucas 18:8); (5) desprezo e zombaria em relação à idéia de que Deus criou o mundo e Jesus vai voltar (2Pedro 3:3-7); (6) aparecimento de falsos pregadores, fazendo milagres e maravilhas (Mateus 24:11-24); (7) o surgimento de um poder político-religioso totalitário, cujo líder é identificado como ‘anticristo’ e ‘monstro’ (1João 2:18; 2Tessalonicenses 2:1-10; Apocalipse 13); (8) perseguição aos crentes e grande tribulação (Mateus 24:9; Marcos 13:24-25); (9) divulgação das boas notícias de Cristo no mundo inteiro (Mateus 24:14; Apocalipse 14:6-7); (10) a aceitação de Cristo como Messias por um grande número de judeus (Romanos 9:11)” (Marcos De Benedicto, Fé Inteligente (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasilleira, 2001), 140).

Amigo, todas estas previsões bíblicas não parecem muito mais um retrato da situação em que o nosso mundo se encontra hoje? O que os noticiários nos apresentam é uma evidência muito forte de que estamos vivendo estes dias previstos pela Bíblia, ou seja, Jesus está para voltar!!! E o pior é que, apesar de tanta advertência, muita gente ainda vai ser pega de surpresa, “porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam (Mateus 24:44)”. “O dia do Senhor virá como ladrão à noite. Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente (1Tessalonicenses 5:3)”.

Portanto, mais importante do que saber a época em que Jesus virá é se preparar para recebê-Lo. Ele mesmo disse para vigiarmos e orarmos (Mateus 24:44; 25:13; Lucas 21:34). Um dos melhores textos bíblicos que nos ensinam como nos prepararmos para o advento de Cristo são os capítulos 24 e 25 de São Mateus. Estude-os! Será a sua primeira ação demonstrativa de que você faz parte do povo que aguarda o retorno de Jesus.

Durante o tempo em que convivi com meu pai, o vi chorar apenas uma vez, em sua vida normal. Ele tinha ficado, por umas 12 semanas, há uma longitude muito grande, distante de nós. Naquele período, em um dos telefonemas que fez à minha mãe, ele disse a ela que tinha apenas um temor: que minha irmã não o reconhecesse mais quando ele voltasse, por ela ser uma criança muito pequena. Lembro-me do dia do reencontro como se fosse hoje. Quando o vimos se aproximando, ainda longe, minha irmã saiu numa disparada, gritando: “papai, papai, papai !!!!”. Nosso herói não agüentou. Ele chorou de amor, porque sua filha o esperava, o reconheceu e o recebeu com alegria.

Nosso Criador Jesus está distante deste planeta há um bom tempo. Ele planeja voltar para um filho que tanto ama: você. Como será o seu encontro com Ele?

Seria errado aceitar uma pedrada?

Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.
Advir

domingo, julho 05, 2009

O que acontece no meu corpo quando bebo uma coca-cola?



Nunca fui um fanático em coca-cola, cheguei a excluir totalmente esta bebida do meu cardápio, não porque faz mal, mas simplesmente por preferir outros tipos (leia : sabores) de refrigerante, entretanto desde criança eu ouvia sobre os efeitos da coca-cola, e vários "tabus", como por exemplo usar coca-cola para desentupir a pia.



Aqui segue uma espécie de linha do tempo do que ocorre no seu corpo quando você ingere uma LATA de coca-cola. (350ml)

Nos primeiros 10 minutos: Mais ou menos 10 colheres de chá de açúcar chegam no seu sistema digestivo, a única coisa que impede vômitos devido o excesso de açucar é o uso de ácido fosfórico, que disfarça o sabor permitindo que você engula coca-cola goela abaixo.

Após 20 minutos: Os níveis de açúcar no sangue sobe, causando aumento na produção de insulina. Seu fígado responde transformando todo o açúcar encontrado em gordura (e há muito açúcar no seu corpo neste momento).

Aos 40 minutos: Ocorre a absorção completa de cafeína. Suas pupilas dilatam, sua pressão arterial sobe, e em resposta o seu fígado manda mais açúcar para seu sangue. Receptores adenosina no seu cérebro são bloqueados para evitar a dormência.

Aos 45 minutos: Seu corpo aumenta a produção de dopamina estimulando os centros de prazer no cérebro. Basicamente, é assim que drogas como a heroína atuam no seu cérebro, claro que com proporção bem maior do que uma lata de coca-cola.

Após 60 minutos: O ácido fosfórico bloqueia o cálcio, magnésio e zinco no seu intestino grosso, o que acelera o metabolismo. Além disso, altas doses de açúcar e adoçantes artificiais aumentam a eliminação de cálcio através da urina, o que causa isto são as propriedades diuréticas da cafeína na verdade. Este é o momento em que se expulsa cálcio, magnésio e zinco, que deveriam ser encaminhados para os seus ossos, bem como sódio, água e eletrólitos. Agora você literalmente vai mijar toda a água que continha a bebida, mas não antes de contribuir para a remoção de nutrientes valiosos que seu corpo poderia ter usado para ficar hidratado ou construir ossos e dentes mais fortes.

Duas horas depois, seu corpo fica sob o efeito da cafeína.



E no fim, depois de vários arrotos e flatulências, você se levanta como um bravo guerreiro e toma outra coca-cola. yeeeaaaah !

quarta-feira, julho 01, 2009

TESTE: De quem é esta mansão?






Duvido muito que você saiba dizer a quem pertence esta opulenta, magnífica, maravilhosa, deslumbrante, extraordinária mansão. Não há palavra que possa qualificar a beleza, ostentação e magnificência desta residência pessoal, digna de um rei.



Quer tentar questões de múltipla escolha? Vamos ver se acerta…

Esta mansão pertence a:
a) um bilionário norte-americano;

Vamos ver as demais fotos para decidir melhor:






Já adivinhou? Uma pergunta mais…

Esta suntuosa mansão pertence a:
b) um príncipe saudita;




Ainda tem dúvidas?

Esta maravilha pertence a:
c) Luís XIV da França;







Já sabe? Ainda não? Uma ajuda: é de um brasileiro, que já foi, digamos, de classe média…

Duas fotos mais:



Esta é apenas UMA, sim, UMA das mansões do “bispo” EDIR MACEDO, vulgo “Pastor dos Pobres”, dono da Igreja Universal e do Grupo de Comunicações Record.



"Jesus Cristo é o caminho, e eu sou o pedágio!"

segunda-feira, junho 29, 2009

Casa Publicadora Brasileira




Editora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, produzindo literatura cristã de qualidade, anunciando a breve volta de Jesus.

Livros, Revistas, Material Didático, CD`s, CD-Room e muito mais !!!

TV Adsat - Novo Tempo




A melhor programação cristã transmitida para todo o Brasil por antenas parabólicas, pela TV por assinatura TEC SAT, pela Internet e também disponíveis por sinal aberto em algumas cidades do Brasil e da América Latina.

Rede Novo Tempo de Rádio




O melhor a música cristã numa programação 24 horas por dia.

Músicas, palestras, cursos Bíblicos e muito mais !!

Transmitida via satélite por antenas parabólicas, TV por assinatura TEC SAT, Internet e em várias cidades do Brasil e América Latina.

EDUCAÇÃO ADVENTISTA


Livro - Símbolo da Bíblia aberta - Fundamento Bíblico da Educação Adventista. A posição totalmente aberta sugere plena aceitação da Palavra de Deus;

Chama - Símbolo do Espírito Santo - As três linhas circundando um globo implícito representam as três dimensões básicas da educação adventista integral: física, mental e espiritual, circundando o globo, mostrando a abrangência mundial do Sistema Adventista de Educação. Também representam os três anjos de Apocalipse 14, com as três mensagens angélicas circundando o globo, e nossa Comissão de levar o Evangelho ao mundo inteiro.

Cruz - Símbolo do Evangelho da Salvação - Está posicionando no centro do desenho para enfatizar o sacrifício de Cristo, que é o tema central de nossa fé e da Educação Adventista.

Mãos - Símbolo do Criador e Mantenedor - Tudo está nas mãos do Criador e Mantenedor do Mundo, protegendo e cuidando dos educandos. Também representam as mãos dos educadores.

A nova logomarca incorpora o logo da Igreja Adventista, bem como sua família de letras, seguida de "Educação AdventistA", com destaque para as duas letras A maiúsculas, no início e no final da palavra "AdventistA", que simboliza A de adventista, A de alfabeto e escola, e A, de nota máxima. Esta logomarca com a designação Educação Adventista é o Logo Oficial, para ser usado nos Uniformes, é na designação geral da Educação Adventista. Escolas e Colégios poderão localmente usar a logomarca isolada para identificar sua escola, seguida do termo Escola Adventista ou Colégio Adventista, usando a mesma família de letras do logo da Igreja.

MORDOMIA CRISTÃ

ADRA - AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTOE RECURSOS ASSISTÊNCIAIS


http://www.adra.org.br/

DESBRAVADORES


Este é o símbolo que representa o Clube de Desbravadores. Apresenta a inscrição DESBRAVADORES na parte superior do triângulo, e a inscrição CLUBE abaixo do escudo com a espada. Em 1946 , o Pr. John Hancock acrescentou um novo item no Clube de Desbravadores desenhando o emblema do desbravador. Este símbolo contém em seu desenho os seguintes significados:

Três Lados
Sendo um triângulo equilátero, o símbolo significa a “Plenitude da Trindade”: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, aos quais adoramos e servimos.
O símbolo também significa o “Tripé da Educação”, no qual está centrado todo o programa do Clube de Desbravadores: Mental (Especialidades, Classes, Honras, Trabalhos Manuais, etc.), Físico (Acampamentos, Passeios, Olimpíadas, etc.) e Espiritual (Ano Bíblico, Atividades de Testemunho, etc.)
E por fim, também significa nossa “Cidadania e Lealdade”, pois servimos a nosso Deus dos Céus e da Terra, à nossa Pátria, e a nosso próximo, entre os quais, nossa família e nossa Igreja.

Escudo
O escudo significa proteção.Na Bíblia, Deus é frequentemente chamado de “Escudo de Seu Povo”.
“Não temas, Eu sou teu escudo.” Gênesis 15:01 “Embaraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.“ Efésios 06:16

Espada
A espada representa a Bíblia. A espada é usada na guerra. Uma batalha sempre é ganha na ofensiva. Estamos numa batalha contra o pecado e a nossa arma é a Palavra de Deus. A espada do Espírito é a Palavra de Deus. (Ver Efésios 06:17)

Vermelho
A cor vermelha representa o sacrifício de Cristo. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deu seu único Filho, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 03:16 “Rogo-vos pois, irmãos... que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.” Romanos 01:12

Ouro
A cor ouro representa a excelência. O Clube de Desbravadores tem normas elevadas para formar caráter fortalecidos para o Reino dos Céus. “Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para enriqueceres.” Apocalipse 03:18

Branco
O branco significa pureza. Desejamos ter a pureza e a justiça da vida de Cristo em nossa vida. “O vencedor assim será vestido de vestiduras brancas.” Apocalipse 03:05

Azul
O propósito do Clube de Desbravadores é de ajudar a ensinar-nos a sermos leais para com nosso Deus, nossa Pátria, nossos parentes, nossa Igreja, enfim, nosso próximo.

JOVENS ADVENTISTAS


Cores, Símbolos e Significado


Branco -- Pureza de vida na conduta, linguagem e relacionamento com os outros, refletindo os ideais do Salvador para com Seus filhos.
"Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza." (I Tim. 4:12)


Vermelho -- A redenção através da vida de Cristo entregue em nosso favor na cruz do Calvário.

Amarelo -- Excelência espiritual do caráter derivada do viver de Cristo na pessoa.
"Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro." (Jó 23:10).

Azul -- Lealdade ao Senhor com uma confiança e fidelidade consistente que produz e demonstra segurança e triunfo ao encontrar a vida e seu refúgio em Cristo.
"Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento" (II Cor. 2:14).

Mundo -- A mensagem do advento a todo o mundo nesta geração permanece o alvo constante dos jovens adventistas.
"E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas
as nações. Então virá o fim." (Mat. 24:14)

Trombetas/Anjos -- A tríplice mensagem angélica anunciadas ao mundo pelos Jovens Adventistas.
"Vi outro anjo ... dizendo ... Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; ... Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia ... Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora
a besta ... e recebe a sua marca ... também esse beberá do vinho da cólera de Deus ..." (Apoc. 14:6-10).

Cruz -- O sacrifício e amor pela humanidade é simbolizado na cruz de Jesus.
"Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus." (Heb. 12:2).

JA -- Jovens Adventistas, derivando sua espiritualidade de Jesus, partilhando sua fé no companheirismo com outros. "Com tal exército de obreiros como o que poderia fornecer a nossa juventude devidamente preparada, quão depressa a mensagem de um Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir poderia ser levada ao mundo todo!" (Mensagens aos Jovens, pág. 196).

domingo, junho 28, 2009

AS 27 DOUTRINAS DA IASD

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. Logo abaixo confira todas as 27 doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

01| As Escrituras Sagradas


As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para salvação. As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua vontade.Constituem o padrão de caráter, o prova de experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História.
Razões Bíblicas|2 Pedro 1:20, 21; 2 Tim. 3:16, 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5, 6; Isa. 8:20; João 17:17; 1 Tess. 2:13; Heb. 4:12

02| A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação.
Razões Bíblicas|Deut. 6:4; Mat. 28:19; 2 Cor. 13:14; Efé. 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Tim. 1:17; Apoc.. 14:7

03| Deus Pai


Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.
Razões Bíblicas|Gen. 1:1; Apoc. 4:11; 1 Cor. 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Tim. 1:17; Ex. 34:6, 7; John 14:9

04| Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo paara sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.
Razões Bíblicas|João 1:1-3, 14; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 6:23; 2 Cor. 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; 1 Cor. 15:3, 4; Heb. 8:1, 2; João 14:1-3

05| Deus Espírito Santo

Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e trasnformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre estar com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade.
Razões Bíblicas|Gen. 1:1, 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; 2 Pedro 1:21; 2 Cor. 3:18; Efé. 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13

06| A Criação

Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora."Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra" e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito bom", proclamando a glória de Deus.
Razões Bíblicas|Gen. 1; 2; Ex. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6, 9; 104; Heb. 11:3

07| A Natureza do Homem


O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente.
Razões Bíblicas|Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8: Atos 17:24-28; Gên. 3; Salm. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20

08| O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação.
Razões Bíblicas|Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9

09| Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra.
Razões Bíblicas|S. João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I S. João 2:2; 4:10; Col. 2:15

10| A Experiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no Juízo.
Razões Bíblicas|Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II Cor. 5:17-21: Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I S. João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; S. João 3:3-8; S. Mat. 18:3; I S. Ped. 1:23, 2:21; Heb. 8:7-12

11| A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo com Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para fora deste mundo; e nos unimos para prestar culto para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para serviço a toda humanidade e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavras escrita. A Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A Igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém santa, sem defeito.
Razões Bíblicas|Gên. 12:3; Atos 7:38; S. Mat. 21:43; 16:13-20; S. João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15

12| O Remanescente e Sua Missão

A Igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três anjos do Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial.
Razões Bíblicas|S. Mar. 16:15; S. Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14)

13| Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não deve ser motivo de dissenções entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos.
Razões Bíblicas|Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; S. João 17:20-23; S. Tiago 2:2-9; I S. João 5:1

14| O Batismo


Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos.
Razões Bíblicas|S. Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6: Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:21 e 13; I S. Ped. 3:21

15| A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos.
Razões Bíblicas|S. Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; S. João 6:48-63; Apoc. 3:20; S. João 13:1-17

16| Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé, a cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço abnegado e caridade para ajuda e animação das pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pela Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a Igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a Igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor.
Razões Bíblicas|Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I S. Ped. 4:10 e 11; Col. 2:19; S. Mat. 25:31-36

17| O Dom de Profecia


Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o ensino e experiência.
Razões Bíblicas|Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10

18| A Lei de Deus

Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão.
Razões Bíblicas|Êxo. 20:1-17; S,. Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; S. João 14:15; Rom. 8:1-4; I S. João 5:3; S. Mat. 22:36-40; Efés. 2:8

19| O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus.
Razões Bíblicas|Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; S. Luc. 4:16; Heb. 4:1- 11; Deut. 5:12-15; Isa. 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; S. Mar. 2:27 e 28

20| Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio do fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade
Razões Bíblicas|Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; S. Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14

21| Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, nós só nos envolvemos naquelas coisas que produziram em nossa vida pureza, saúde, e alegria semelhantes às de Cristo. Isto significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões de gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcóolicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar.
Razões Bíblicas|I S. João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e 10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I S. Ped. 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8)

22| Matrimônio e Família

O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e casar-se com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcança completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é um dos característicos da mensagem final do evangelho
Razões Bíblicas|Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; S. João 2:1-11; Efés. 5:21-33; S. Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; S. Mar. 10:11 e 12; S. Luc. 16:18; I Cor 7:10 e 11

23| O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grade Sumo-sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue do sacrifício de animais vivos, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesta quem, dentro vivos permanece em Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino eterno. Esse julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permanecem leais a Deus, receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo Advento.
Razões Bíblicas|Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12

24| A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo.
Razões Bíblicas|Tito 2:13; S. João 14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; S. Mat 24; S. Mar. 13; S. Luc. 21; II Tim. 3:1- 5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28

25| Morte e Ressurreição


O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá 1000 anos mais tarde.
Razões Bíblicas|I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6;23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; S. João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; S. João 5:24

26| O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores.
Razões Bíblicas|Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II S. Ped. 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21

27| A Nova Terra

Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria, e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declaram que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém.
Razões Bíblicas|II S. Ped. 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; S. Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15

você é uma ovelha ou um pato???

FAÇA A DIFERENÇA 2 - TATIANA COSTA

EU FUI CHAMADO POR JESUS - TATIANA COSTA

sábado, junho 20, 2009

XÔ, MICOSE!

Proteja-se da micose
Calor e umidade: eis o ambiente ideal para a proliferação de fungos, microorganismos que podem se alojar na pele e nas unhas, causando infecções incômodas e resistentes. Aprenda a barrar esses hóspedes indesejáveis durante o verão, época em que eles deitam e rolam
por Suzel Tunes
Só a bela e perfeita bailarina da música de Chico Buarque é que não tem “coceira, berruga nem frieira”. Na vida real todo mundo pode ser vítima dos fungos causadores de micoses, especialmente nos dias quentes. E a frieira, também chamada de pé-de-atleta, é uma das mais comuns. Basta observar a pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e pelo laboratório Janssen-Cilag. Ela constatou que metade da população tinha algum tipo de doença nos pés. E o principal diagnóstico (62,8% desse grupo) era o de infecção fúngica.

Os especialistas costumam classificar as tais infecções fúngicas em superficiais ou profundas. As primeiras são endêmicas, isto é, ocorrem quando as condições ambientais — calor, umidade, pouca luz e presença de matéria orgânica — favorecem o crescimento de fungos. Já as micoses profundas, em geral oportunistas, acometem pessoas que apresentam grave deficiência imunológica. É o caso de pacientes de câncer, aids ou os internados em unidades de terapia intensiva, alvos fáceis de microorganismos que podem invadir órgãos internos e causar altos índices de mortalidade. “Em média os óbitos chegam a 40%, mas, nos casos mais graves, 70% dos infectados acabam morrendo”, revela a infectologista Maria Luiza Moretti, professora da Universidade de Campinas, no interior paulista. Segundo ela, essas infecções invasivas vêm aumentando nos últimos anos, fruto paradoxal da eficácia da Medicina no tratamento de doenças graves. Explica-se: a maior sobrevida e o tempo prolongado em ambiente hospitalar elevam o risco de infecções. Felizmente têm surgido novos medicamentos antifúngicos que tendem a reduzir o número de vítimas fatais.

As micoses superficiais — que atingem pele e unhas — em geral não trazem maiores riscos para a saúde da imensa maioria da população. O que não quer dizer que dispensem atenção. “Elas comprometem a qualidade de vida e devem, sim, ser tratadas”, enfatiza Maria Luiza.

Uma micose começa como um problema estético que, de imediato, afeta a vida social. Coceira, inflamação ou escamação da pele e deformação nas unhas são sintomas comuns. Se não for tratada adequadamente, pode ficar bastante incômoda e dolorosa. Nos pés, por exemplo, são a porta de entrada para infecções bacterianas, o que piora o quadro. O desconforto chega a interferir no andar, causando problemas ortopédicos. Os diabéticos devem ter um cuidado especial, pois são particularmente suscetíveis a ferimentos e infecções graves.

Para descartar a possibilidade de alergias e até hanseníase, o primeiro passo é procurar um dermatologista, que deve colher material para exame micológico. “Só assim será possível identificar com segurança o tipo de fungo e prescrever o tratamento mais eficaz”, afirma a dermatologista Carmélia Reis, chefe do Laboratório de Micologia do Hospital Universitário de Brasília. Nem pense em automedicação. Em geral é desastrosa, pois o bicho fica mais resistente, o que dificulta a cura. Alguns tipos de micose são tratados em poucos dias com o uso de cremes antifúngicos. Porém, certos fungos, especialmente os que afetam as unhas, são duros na queda. O tratamento é via oral — longo e caro, infelizmente.

“Cada comprimido custa em torno de 8 reais e são necessários dois por dia durante quatro a seis meses”, alerta Carmélia. Ficar com o maiô molhado o dia inteiro e andar descalço na praia ou na piscina são hábitos de verão que fazem da pele o paraíso dos fungos. Nos homens são comuns micoses na virilha. As mulheres sofrem com a candidíase na região vaginal. Por isso, após o banho enxugue bem o corpo, principalmente nas dobras, como as regiões sob as mamas, e entre os dedos.

Alguns tipos de fungo habitam o organismo humano sem maiores problemas. Porém, se eles se multiplicam anormalmente, a coisa se complica. Isso acontece não só quando as condições ambientais são inadequadas, mas também se houver queda de resistência imunológica. Outra hipótese (os estudos não são conclusivos) é a da predisposição genética. Esse é o caso da Candida albicans, agente da candidíase, que pode ser encontrada naturalmente no intestino humano. Na maioria das micoses de pele e unhas, o fungo é adquirido após contato com o chão de um vestiário contaminado, com toalhas ou roupas de uma pessoa infectada ou por meio de instrumentos de manicure não esterilizados. O contágio em salões de beleza, aliás, é bastante comum, alerta a médica Carmélia Reis. Não basta esterilizar cortadores, tesouras e alicates. Reaproveitar lixas de unha, espátulas ou palitos de madeira também causa o problema. “O ideal é levar o próprio material de casa e não retirar totalmente a cutícula, que protege as unhas”, recomenda a dermatologista.

Algodão é melhor que náilon

As fibras naturais, como o algodão, deixam a pele respirar e não retêm suor. Por isso são as mais indicadas para roupas íntimas e meias. A mesma preocupação vale para os calçados. Evite os que abafam muito os pés ou os façam transpirar, como os tênis e as sandálias de plástico. O ideal é não usar o mesmo sapato por dois dias seguidos e guardá-lo em local arejado. E quem gosta de jardinagem deve usar luvas para evitar contaminação por fungos existentes no solo. Tomando cuidados tão simples quanto esses é possível aproveitar as delícias do nosso calor tropical sem risco de carimbar a pele com os vestígios das chatíssimas micoses.

Couro cabeludo

Esse tipo de micose é raro em adultos, mas altamente contagioso em crianças. Forma áreas arredondadas com falhas no cabelo, escamação da pele e coceira. Requer tratamento por via oral. A caspa não é uma micose, mas a descamação serve de alimento para o fungo Pityrosporum ovale.

Boca

A levedura Candida albicans, causadora da candidíase, afeta geralmente as mucosas. A infecção bucal, chamada de sapinho, é comum em bebês, produzindo placas brancas de aspecto cremoso, muito dolorosas. Na região vaginal, os sintomas são coceira, queimação e secreção branca ou amarelada.

Costas

Micose de praia, nome popular da pitiríase versicolor, é causada pelo fungo Malassezia furfur, um habitante natural da pele. Apesar do nome, não é na praia que se pega esse fungo. O calor e a oleosidade provocam sua multiplicação e fazem surgir manchas que variam do branco ao castanho, tornando-se mais evidentes com o bronzeamento.

Virilha, dobras, sob as mamas, entre os dedos

Lesões de cor avermelhada, escamação e coceira costumam ser os sinais das micoses cutâneas superficiais. Elas são provocadas por uma imensa variedade de fungos e atingem os locais que retêm maior calor e umidade.



Pé-de-atleta, ou frieira, costuma causar coceira, descamação intensa, fissuras na pele, inflamação e bolhas nas laterais dos pés e, sobretudo, entre os dedos. E pode abrir caminho para infecções bacterianas.

Unha

Dependendo do tipo de fungo, essa micose pode manifestar-se como um espessamento, deformação ou mudança de coloração da unha. Às vezes ela fica quebradiça ou se descola do dedo. É uma das mais resistentes.


Nem bichos, nem plantas

Foi num reino à parte — chamado fungi — que os cientistas resolveram classificar esses seres microscópicos que se dividem em bolores (pluricelulares) e leveduras (unicelulares). Encontrados no meio ambiente, em animais e seres humanos, precisam de calor e umidade para se desenvolver. Os que vivem sobre a pele humana alimentam-se de gordura ou da proteína queratina, a principal constituinte de pele, unhas e cabelos. Existem mais de 200 mil tipos de fungo, dos quais cerca de 100 causam micoses. A ciência que os estuda é a micologia — do grego mykes, fungo.

MULHERES MORREM MAIS DE INFARTO QUE OS HOMENS

Você sabia que as mulheres morrem mais de infarto do que os homens? Já está mais do que na hora de elas começarem a se preocupar com a saúde cardíaca. Um levantamento divulgado pela Secretaria de Saúde de São Paulo acaba de revelar que as mulheres estão morrendo mais de infarto do que os homens. A cada 100 pacientes masculinos que chegam ao Sistema Único de Saúde devido à complicação, são contabilizados 12 óbitos. Já no time feminino, o número é mais alarmante: corresponde a 19 a cada 100. Essa é a prova de que doença cardiovascular está longe de ser um problema exclusivo dos marmanjos.

FONTE:http://saude.abril.com.br/testes/teste_coracao_de_mulher.shtml

domingo, junho 14, 2009

Simbolo IASD em detalhes

Historia de Ellen G. White




Ellen G. Harmon nasceu em Gorham, Maine, dia 26 de novembro de 1827 na família de Roberto e Eunice Harmon. Ela, junto com sua irmã gêmea Elizabeth, eram as mais jovens de um grupo de oito irmãos.

Logo no começo de sua adolescência, Ellen e a sua família aceitaram as interpretações bíblicas de um fazendeiro que se tornou pregador Batista: Guillerme Miller. Junto com Miller e outros 50.000 adventistas, sofreu uma amarga decepção quando Cristo não regressou no dia 22 de outubro de 1844, a data que indica o fim da profecia dos 2.300 dias de Daniel capítulo 8.

Em dezembro de 1844, Deus dá a Ellen sua primeira de quase 2.000 visões e sonhos. Em agosto, 1846, casou-se com Tiago White, um ministro adventista de 25 anos com quem compartilhou a convicção de que Deus a tinha chamado para que fizesse a obra de uma profetisa. Pouco depois de se casarem, Tiago e Ellen começaram a guardar o sábado como sétimo dia, conforme o quarto mandamento de Êxodo capítulo 20. Mãe de quatro rapazes, Ellen experimentou a dor de perder por meio da morte a dois de seus filhos. Herbert morreu poucas semanas depois de nascer e Henry morreu aos 16 anos. Seus outros dois filhos, Edson e William, chegaram a ser ministros adventistas.

Ellen White foi uma escritora promissora. Começando em 1851, quando publicou seu primeiro livro, estende-se num volume de artigos, livros e folhetos. Entre eles alguns são puramente devocionais, enquanto outros são seleções de muitas de suas cartas pessoais com conselhos escritos na decorrência dos anos. Outros são históricos e delineiam a contínua batalha entre Cristo e Satanás pelo controle dos indivíduos e das nações. Também publicou livros sobre educação, saúde e outros temas de especial importância para a igreja. Depois de sua morte publicaram cerca de 50 compilações, na sua maioria materiais que não se tinham publicado com anterioridade. É autora de vários milhares de artigos que foram publicados, com o decorrer dos anos, nas revistas "Review and Herald", "Signs of the Times", e outros jornais Adventistas do Sétimo Dia da época.

Não obstante sua timidez, Ellen White se converteu eventualmente num oradora pública muito popular. Isso não só nos Estados Unidos, senão também na Europa e Austrália. Demandava-se sua presença não só em reuniões adventistas, senão também em audiências não-adventistas, onde apreciavam muito seus temas sobre temperança. Durante o ano de 1876 ela falou a uma multidão estimada em 20.000 pessoas, sua maior audiência, em Groveland, Massachusetts, por mais de uma hora e sem a ajuda de um microfone. Em sua visão de 6 de junho de 1863, Ellen White recebeu instrução sobre questões relacionadas à saúde, como o uso de drogas, fumo, café, chá, comidas com carne, e sobre a importância do exercício, a luz do sol, o ar fresco, e o auto-controle na dieta. Seus conselhos de saúde, baseados nesta e outras visões posteriores, têm provido aos Adventistas um estilo de vida que dá como resultado que vivam uns sete anos mais do que a média de vida nos Estados Unidos.

Ellen White costumava ler muito. Deu-se conta de que a leitura de outros autores lhe ajudava em sua própria redação enquanto apresentava as verdades que se lhe revelavam em visão. Também o Espírito Santo lhe impressionava para que, por vezes, incluísse em seus próprios artigos e livros gemas literárias das obras de outros autores. Não pretendeu ser infalível e nem que seus escritos fossem tratados em igual forma que as Escrituras Sagradas. Ainda assim, creu firmemente que suas visões eram de origem divina e que seus artigos e livros eram produzidos sob a condução do Espírito Santo de Deus. Foi basicamente uma evangelista, e sua preocupação principal na vida era a salvação das almas.

Ellen White foi uma pessoa generosa e deu um bom exemplo de cristianismo prático. Por anos guardava retalhos de tecido, pois se via a uma mulher que precisava de um vestido, podia prover assistência. Em Battle Creek assistia a leilões, comprava móveis usados e os guardava; então se a casa de alguém se incendiava ou qualquer outra calamidade afetava uma família, estava preparada para ajudar. Antes que a igreja implementasse um plano de aposentadoria, se ela sabia de algum ministro ancião que estava com problemas financeiros, enviava-lhe um pouco de dinheiro para ajudá-lo a enfrentar suas necessidades mais urgentes.

Ellen White morreu no dia 16 de julho de 1915. Por 70 anos ela apresentou fielmente as mensagens que Deus lhe deu para seu povo. Nunca foi elegida para ocupar um cargo específico na igreja, ainda que os líderes da mesma sempre procuravam seu conselho. Frequentou a escola só até os seus 9 anos, mas suas mensagens puseram em marcha as forças que deram a luz a todo o sistema educativo mundial da Igreja Adventista. Desde as creches até as universidades. Ainda que não tinha nenhum treinamento médico, o fruto de seu ministério pode-se ver hoje na rede de hospitais e clínicas adventistas que se encontram ao redor do mundo. E ainda que não foi formalmente ordenada como ministro do evangelho, provocou um impacto espiritual sem precedentes nas vidas de milhões. Desde um extremo da terra até o outro.

Os livros de Ellen White continuam até o presente momento ajudando às pessoas a encontrar seu Salvador, a aceitar o perdão de seus pecados, a compartilhar esta bênção com outros, e a viver na esperança da promessa de seu cedo regresso!

Site de Pesquisa nos Livros de Ellen White.