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sexta-feira, junho 25, 2010

Alemanha Reafirma Lei Dominical



Coincidindo com a aprovação da constituição do Tratado de Lisboa pela União Europeia em 1º de dezembro, o Tribunal Constitucional da Alemanha determinou que a capital da nação deve, como o restante do país, reger-se pela lei que institui o domingo como dia “de descanso do trabalho e de crescimento espiritual” (Deutsche Welle, 1º de dezembro). Desde a guerra, Berlim havia estabelecido sua própria legislação admitindo dez domingos de atividades comerciais por ano. Agora, essa decisão local foi anulada. Valendo a partir de 1º de janeiro de 2010, Berlim deve se alinhar com a lei que institui o domingo como dia de descanso e contemplação religiosa, como manda a Lei Fundamental da Alemanha [Constituição].

A lei atual que estabelece o domingo como dia semanal de adoração na Alemanha consta de um apêndice da Lei Fundamental sob o título: “Extratos da Constituição alemã de 11 de agosto de 1919 [Constituição de Weimar].” Lá, no subtítulo “Religião e Sociedades Religiosas”, Artigo 139, encontra-se o que está dito: “Os domingos e feriados reconhecidos pelo Estado devem permanecer protegidos por lei como dias de descanso do trabalho e de crescimento espiritual.”

Embora, sob essa mesma seção, o Artigo 137 (1) declare que não deve haver nenhuma “igreja estatal”, o efeito da lei dominical é institucionalizar o catolicismo romano e suas filhas eclesiásticas como religião estatal na Alemanha.

Os conhecedores da história do Sacro Império Romano da nação alemã verão esse ato da Suprema Corte Alemã como um passo a mais para estabelecer a religião de Roma, não apenas como a religião oficial da Alemanha, mas sobre toda a comunidade europeia sujeita ao tratado nesse dia infame, 1º de dezembro de 2009.

As profecias de Apocalipse 13 assumem assombrosa atualidade com essa recente decisão do Tribunal Constitucional da Alemanha.

sábado, novembro 28, 2009

“O Sábado não é tão importante assim. Você não acha?” Romanos 14:2, 4 e 5


Essa foi a conclusão de um irmão que tentou me levar ao mesmo posicionamento dele, “baseando-se” em Romanos 14. Pretendo fazer um estudo com você sobre o texto, especialmente dos versos 2 e 5, usados para “ensinar” que “a Bíblia considera débil na fé quem não come carnes imundas e quem ainda se preocupa em [..

VERSOS 1 e 2: “Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões. Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes

O problema na igreja de Roma não é a questão das carnes imundas e muito menos a dieta vegetariana. Pelos seguintes motivos:

1) Na mesa de um judeu não havia carne de porco (Deuteronômio 14:8). Portanto, Paulo não poderia estar nessa carta tratando do assunto;

2) A dieta vegetariana (que cada pessoa escolhe segundo as instruções que Deus dá) foi dada pelo próprio Deus, em um mundo sem pecado (Gênesis 1:29). Se uma pessoa é “débil na fé” por ser vegetariana, então teremos de dizer o mesmo sobre Deus – o que seria uma blasfêmia. Contradiria a ciência, que prova serem os vegetarianos as pessoas que têm uma média de vida maior.

Além disso, seria um contraposto com a vida do profeta Daniel. Ele não comeu as comidas imundas que havia na mesa do rei de babilônia (Daniel 1:8) e teve excelentes resultados! Veja:

“No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei.” Daniel 1:15.

“Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe à presença de Nabucodonosor. Então, o rei falou com eles; e, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso, passaram a assistir diante do rei. Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino.” Daniel 1:17-20.

Alguém terá coragem de negar a eficácia da alimentação saudável na vida de Daniel, sem o uso de carnes imundas?

Voltando a Romanos 14, o “débil na fé” mencionado no segundo verso é o mesmo cristão de 1 Coríntios 8, mencionado especialmente no verso quatro. A maioria dos estudiosos acredita que Paulo escreveu aos Romanos quando estava em Corinto. E, sabe-se que tanto as cartas de Romanos quanto a de 1 Coríntios foram escritas na mesma década. Isso indica que para entendermos o problema enfrentado em Roma precisamos saber que a mesma dificuldade estava havendo em Corinto (um pouco antes).

Por isso, quando lemos 1 Coríntios 8:4 chegamos facilmente à conclusão de que o “débil na fé” era aquela pessoa que tinha tanto medo de comer uma carne que tivesse sido sacrificada a um ídolo que só comia legumes. No açougue (ou mercado) a pessoa ficava num impasse tão grande em não comprar uma carne que pudesse ter sido dedicada a um deus pagão que acaba decidindo viver só à base de vegetais.

Portanto, o apóstolo não está “abolindo” uma lei dietética (de não comer carnes imundas) sendo que ele mesmo a seguia (Atos 25:8).

VERSO 5: “Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.”

Precisamos considerar algumas coisas e o contexto histórico judaico para sabermos o que Paulo quis dizer nesse verso.

1) O termo “iguais” não se encontra no original grego. O tradutor, na boa intenção de tornar o texto mais claro, colocou a palavrinha. Mas, não era a ideal. No original, a segunda parte do verso 5 é assim: “outro julga… todos os dias”. Veja que no grego não é possível definir com base apenas nesse verso a que dias o escritor se refere.

2) Levando-se em consideração textos como Atos 16:13; 17:2, 18:3-4 e 11, de forma alguma podemos supor que Paulo estivesse tratando do dia de repouso em Romanos 14:4 e 5. Se o fizesse, estaria indicando ter algum tipo de problema mental, pois, em certos lugares (mesmo em territórios não judeus, como lemos em Atos 16:13) ele guardava o Sábado e depois ensinava que não deveria fazer isso… Uma contradição sem tamanho…

Se Romanos 14:4, 5 estivesse abolindo o quarto mandamento (Êxodo 20:8-11) da eterna Lei de Deus (Salmo 119:152), os próprios irmão que observam o primeiro dia da semana teriam que deixar de guardar o domingo (pois, o texto “diz” que um dia em si não é importante…).

O dominguista Russel N. Champlin em seu comentário reconhece que não é possível provar que a guarda do Sábado esteja sendo questionada em Romanos 14:5: “Não dispomos de meios para julgar, com base neste texto, nem com toda a certeza, se Paulo queria incluir ou não o sábado na lista dos vários dias especiais que os irmãos ‘débeis na fé’ insistiam em observar”. (CHAMPLIN, Russel Norman. “O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo”, vol. 3, p. 839. Citado por Alberto Ronald Timm em O Sábado Nas Escrituras, p. 69.)

3) Se lermos o verso 6 de Romanos 14, veremos que “os dias” mencionados no verso 5 estão relacionados a comer ou não:

“Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus.”

Lendo o Didaquê (obra judaica) não fica difícil sabermos que os “dias” citados por Paulo, em conexão com as expressões “quem come” e “quem não come”, se referem a dias de jejum!

“O Didaquê 8:1 era incisivo em admoestar os cristãos a “não jejuarem com os hipócritas no segundo e quinto dia da semana, mas no quarto e sexto dias”. (“Consultoria Doutrinária”. SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979, p. 142.)

A questão era jejuar ou não em certos dias da semana e não se o Sábado deveria ou não ser guardado. Paulo argumentou: “cada um escolha os dias que quiser para fazer o próprio jejum”.

Como a Bíblia se torna simples quando permitimos que ela mesma se explique!

CONCLUSÃO

Romanos 14:4, 5 não pode ser usado em apoio à doutrina antinomista (contra a lei – nomos, no grego). E, com base nessas conclusões apoiadas pela Bíblia respondo à “pergunta” que faz parte do título desse artigo: “Irmão: o Sábado é bem importante, pois, é um memorial do Criador (Êxodo 20:8-11), do Deus Salvador (Deuteronômio 5:15), do descanso na graça que podemos desfrutar todos os dias (Hebreus 4) e um sinal de fidelidade a Ele nos últimos dias (Apocalipse 14:6, 7; compare com Êxodo 20:11 e Ezequiel 20:12, 20, 21).”

Finalizo com um testemunho de fidelidade a Deus que derruba qualquer “argumento” contra os mandamentos do Criador. Foi registrado no blog por Giselle B. Oliveira, do RS:

Sou Adventista desde 2008 e tenho um testemunho que mudou definitivamente minha postura em relação ao Sábado.

Estava na faculdade e havia uma cadeira muito difícil de entender. Por isso, havia aulas com monitores em horários diferentes para os alunos que quisessem aprender mais, e consequentemente, ire bem na prova.

As melhores aulas de monitoria ocorriam no Sábado, das 8h às 12h. Apenas uma delas caía na segunda-feira, com duração de uma hora. Eu precisava muito participar e todos os meus colegas participavam. Já estava ficando nervosa e ainda não era batizada, mas frequentava a igreja algumas vezes. Então me surgiu a dúvida: “Será que vou? Acho que devo ir porque todos estão indo e dizendo que é ótimo”. Pensei que se eu não fosse, não conseguiria ser aprovada.

Meu noivo, que também ainda não era batizado na época, mas, estava congregando na igreja comigo, me mostrou João 15:7 (“Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito”). Quando li isso eu disse na hora: “não vou ir às aulas [no Sábado]”.

Não nenhuma aula de Sábado, mesmo tendo sido ministradas várias. Fiz apenas uma matéria na segunda-feira.

Quando chegou o dia da prova – por mais incrível que pareça – eu estava tranquila. Não sei como e de onde vinha a tranqüilidade, enquanto meus colegas, que haviam estudado bem mais, estavam muito nervosos.

Resultado: somente eu e mais um colega acertamos todas as questões da prova. Todos os que haviam aceitado aulas aos Sábados acertaram pouquíssimas questões. Foram mal nesta prova e alguns até choraram.

Voltei sorrindo para casa como se tivesse certeza que Deus me ajudou. Só eu sei a certeza que tive naquele momento. Também não me restaram mais dúvidas de que devo guardar o Sábado.

Espero que o presente estudo e essa linda história de fé motivem você, amigo internauta, a ser fiel a Deus inclusive na guarda do Sétimo Dia, que Ele escolheu para Si (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11).

Um abraço,

Leandro Quadros.

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quinta-feira, novembro 26, 2009


Os mais poderosos dos valentes lhe falarão desde o meio do inferno, juntamente com os que a socorrem: Desceram e estão lá os incircuncisos, traspassados à espada.”

Esse texto é assim traduzido pela Almeida, Revista e Corrigida. Mas, é na Almeida, Revista e Atualizada que a tradução está correta, pois, o termo latim “inferno” não faz parte do original:

“Os mais poderosos dos valentes, juntamente com os que o socorrem, lhe gritarão do além: Desceram e lá jazem eles, os incircuncisos, traspassados à espada.” Ezequiel 32:21

Em vista do que vimos anteriormente (no post referente ao Salmo 9:17), especialmente em Eclesiastes 9:5-6 e 10, não podemos de forma alguma crer que no “além” (mundo dos mortos) há consciência. Sendo que o termo sheol é especialmente aplicado nas Escrituras num sentido figurado para descrever a morada dos mortos, a conclusão a que podemos chegar é que este “clamor” por parte dos ímpios ao Egito é simbólico. “A linguagem essencialmente figurativa e alegórica desta lamentação exclui a idéia de que o profeta nutrisse a crença de que os mortos não estivessem realmente mortos, mas que vivessem como sombra no sheol… E do mesmo modo que uma parábola, uma alegoria como esta não serve de fundamento para uma doutrina teológica” (APOLINÁRIO, Pedro. Explicação De Textos Difíceis da Bíblia. 4a edição corrigida, p.p. 134 e 135).

É comum na Bíblia os autores usarem o recurso da personificação para “dar vida” a seres ou objetos não conscientes, com o objetivo de gravar melhor na mente das pessoas o ensino espiritual que querem transmitir. Leia Juízes 9:7-21 e verá que árvores são personificadas.

Se dissermos como base em Ezequiel 32:21 que os mortos “falam”, então temos que fazer o mesmo em relação a Juízes 9 e chegarmos à conclusão horrorosa de que as árvores podem falar…


Fim do mundo será em 2012 ?


Ontem (11 de novembro de 2009) recebi o telefonema de um amigo que estava preocupado com o fim do mundo por causa do filme de Roland Emmerich, que coloca o tempo do fim em 21 de dezembro de “2012” (nome do filme). A data é sugerida por um Calendário da civilização Maia (cultura mesoamericana pré-colombiana).

A mídia tem aumentado a curiosidade pela ficção ao afirmar que um planeta de nome fictício (Nibiru) “entrará em choque com a Terra”. Basta você acessar o Google, digitar “2012” e encontrará uma enxurrada de “informações” sobre a “nova moda apocalíptica”. Para não cairmos nessa onda de euforia, é importante termos em mente que:

1) O Calendário Maia não é o Calendário de Deus;

2) Um filme que se propõe a ter sucesso de bilheteria por uns bons anos JAMAIS passará DE VERDADE a ideia que o mundo acabará em menos de três anos;

3) O “tempo do fim” na Bíblia é o fim do pecado e das consequências trágicas trazidas à humanidade (a principal, a morte. Ver Romanos 6:23). O “fim” ocorrerá por ocasião da volta gloriosa de Jesus (Apocalipse 1:17; Mateus 24:30, 31; 2 Pedro 3:10-13);

4) O Apocalipse não é sinônimo de catástrofes. O nome grego do último livro da Bíblia significa “Revelação” e, por isso, está relacionado com esperança e não com calamidades, como é passado pelos veículos de comunicação sensacionalistas. É nesses pontos que irei me deter, de maneira breve.

O CALENDÁRIO DE DEUS NÃO É O MESMO UTILIZADO PELOS MAIAS

Não devemos negar a dedicação dos Maias no estudo, especialmente da astronomia. Todavia, o tempo de Deus não é o tempo do ser humano. O “Calendário Divino” que aponta os sinais da volta de Cristo são: o capítulo 24 de Mateus, o capítulo 21 de Lucas e o capítulo 6 do livro do Apocalipse, entre outros. O Calendário de Deus não é numérico, mas, profético.

Portanto, o que os Maias dizem a respeito do fim do mundo deve ser desconsiderado por todo aquele que acredita na Bíblia e que ao menos tem bom senso.

DEUS TEM A HISTÓRIA NAS MÃOS DELE

Daniel 2 e Gálatas 4:4 mostram que os acontecimentos históricos estão nas mãos do Criador. De que maneira? Daniel 2 apresenta com milênios de antecedência o surgimento dos quatro grandes impérios mundiais (Babilônia, Medo-pérsia, Grécia e Roma) e dos países da Europa. Esses reinos e países são representados pelas diversas partes da estátua com a qual o rei de Babilônia sonhou . A grande estátua foi a forma didática de Deus comunicar a ele – e a nós – que só o Criador sabe o futuro e que Ele o tem sob Seu domínio.

Já Gálatas 4:4 nos ensina que Jesus veio pela primeira vez a esse mundo na “plenitude do tempo…” Portanto, se a primeira vinda de Cristo não foi “de qualquer jeito”, sem um planejamento Divino, a segunda vinda (Tito 2:13) também não será! Deus é organizado (1 Coríntios 14:34, 40) e sabe o tempo certo para cumprir Suas profecias que estão intimamente relacionadas com a nossa felicidade.

O TEMPO DO FIM

Biblicamente, o tempo do fim já começou em 1798. Isso é facilmente compreendido quando estudamos a profecia dos 1260 dias em Apocalipse 12:6, aprendemos que a igreja de Deus seria perseguida pelo dragão (Satanás e o império romano, aliado à Roma papal) por 1260 anos. (Em profecia, um dia equivale um ano. Ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6, 7. Portanto, 1260 anos). Isso ocorreu de 538 a 1798, quando o general de Napoleão, Bertier, levou preso, da Capela Sistina, o papa Pio XI, dando um fim ao domínio perseguidor papal. O padre Jesuíta Joseph Rickaby disse que, quando o Papa Pio VI faleceu (ficou exilado depois de sua prisão), “a metade da Europa pensou que, junto com o papa morrera também o papado”. (Fonte: Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, p. 337).

A partir do ano de 1798 entramos no tempo do fim por que o poder papal havia sido “ferido” (Apocalipse 13:3) e também pelo fato de, em 1844 (de acordo com as profecias de Daniel 8:14 e Daniel 9), Deus ter começado Sua obra de avaliar a vida de cada ser humano (juízo antes da volta de Cristo – 1 Pedro 4:17) para mostrar ao universo quem realmente permaneceu fiel a Deus (2 Coríntios 5:10). Leia também Apocalipse 14:6, 7 e verá que Deus nos convida a nos prepararmos “pois é chegada a hora do seu juízo”.

Sendo que já estamos no tempo do fim; e que esse tempo culminará com a volta de Jesus Cristo para acabar com o pecado e a maldade que nos atormenta, não fica difícil entendermos que o mundo de pecado não chegará ao fim por que “um planeta se chocará com a terra”. Depois que todos os seres humanos tiverem oportunidade de se arrependerem dos seus erros e de aceitarem (ou não) o plano de Deus para salvá-los (2 Pedro 3:9), Jesus voltará em glória e majestade: “Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25:31-34.

Para alguns, a volta de Jesus será o fim (Apocalipse 6:14-17).

* Para outros, o começo de uma nova vida (Isaías 25:9; Apocalipse 21:4).

Tudo irá depender das escolhas que fazemos a cada dia.

APOCALIPSE: O LIVRO DA ESPERANÇA

Como afirmei anteriormente, o termo “Apocalipse” significa “Revelação”. Não é um livro de tragédias ou mesmo “lacrado”, mas, a revelação de Deus de que há esperança para nosso mundo. Percebemos a mensagem de esperança do livro em vários textos. Eis alguns:

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.” Apocalipse 2:7.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.” Apocalipse 2:17.

“Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações” Apocalipse 2:26.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” Apocalipse 3:13.

“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.” Apocalipse 3:21.

Há motivo para temer um livro tão belo e importante para nossos dias? Claro que não! Mesmo porque a “bendita esperança” (Tito 2:13) que possibilitará o cumprimento dessas promessas (esse bendita esperança é também a mensagem principal do livro) é o retorno de Cristo a esse mundo! Não é por acaso que o apóstolo João finaliza o livro radiante de alegria e cheio de esperança:

“Aquele que dá testemunho destas coisas [Jesus Cristo] diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” Apocalipse 22:20.

quinta-feira, julho 09, 2009

Seria errado aceitar uma pedrada?



Publicado por Julho 8, 2009 por Tiago Ferreira
“Atenção! O planeta Terra pode ser destruído” – disse Albert Einstein ao presidente Roosevelt. “O planeta e todos os seus habitantes estão emitindo uma corrente constante e de baixa freqüência de sinais de desespero” – Phillip Yancey. “Sabemos que toda a criação geme como se estivesse com dores de parto (Romanos 8:22 – ECA)”. É “A Terra no Limite”, pois já estarmos arrancando do planeta mais do que ele pode dar, como mostrou a reportagem especial da Veja em 12/10/05. Estamos destruindo a mãe que nos mantêm vivos: a Natureza.

Se parássemos para pensar no quanto a vida em nosso mundo está por um fio, enlouqueceríamos. Mas muita gente está preocupada. Há muito, a TV Record já veiculou uma série intitulada Fim dos Tempos, para tratar das ameaças à existência do homem na Terra. A revista Super Interessante de outubro de 2005 chegou a anunciar, de capa, que “O Fim do Mundo Começou”.

Cientistas americanos como o biólogo Edward O. Wilson, o geofísico Michael Mann, e outros, clamam insistentemente pela atenção da humanidade para um perigo real e cada vez mais imediato: os riscos que a nossa sobrevivência corre. Podemos ser arrastados numa convulsão autodestrutiva, levando conosco as formas mais complexas de vida. Em seu livro Nossa Hora Final, o astrônomo real da Grã Bretanha, Martin Rees, diz que as maiores possibilidades de autodestruição são: terrorismo nuclear, vírus mortais fabricados em laboratórios, máquinas descontroladas ou grandes aberrações causadas por manipulações de engenharia genética. Para este professor de Cambridge, porque a humanidade tem agora em suas mãos estas novas bombas, as chances de um desastre apocalíptico atingir o planeta aumentaram de 20%, 100 anos atrás, para 50%, hoje. Diante disto, Paul Crutzen, cientista holandês, chega a propor que não estamos mais no holoceno, mas em uma outra era, o antropoceno.

Mas não é só a ação do homem que põe em risco a nossa comunidade global. O jurista americano Richard Posner, em seu livro Catástrofe – Risco e Resposta, analisa a possibilidade de a humanidade vir a ser aniquilada, também, por cataclismos naturais. Os oceanos estão se aquecendo, enchentes e secas ocorrem mais amiúde, espécies são extintas, furacões, tsunamis, terremotos e maremotos estão cada vez mais presentes e violentos, ondas de calor nos agridem, as calotas polares derretem… O planeta não pode negar seu flagelo.

Uma catástrofe está realmente para acontecer, ainda em nosso tempo.

Além destes perigos, a Terra ainda sofre com ameaças externas. O Ministério da Ciência e Tecnologia do Governo do Brasil, através de sua unidade de pesquisa chamada ON (Observatório Nacional), sustenta um fórum informativo sobre astronomia (Pergunte a Um Astrônomo), onde os cientistas esclarecem aos leigos as curiosidades das novas descobertas. O assunto mais questionado ali é a possibilidade de um asteróide colidir com a Terra. O que aconteceria?

Em julho de 2002, o asteróide 2002NT7 esteve encabeçando a lista dos objetos que possuíam risco de impacto com a Terra. Ele fora descoberto no dia nove daquele mês, durante observações de rotina, em um projeto do Massachussets Institute of Technology (MIT) dedicado à descoberta de novos asteróides. A colisão do 2002NT7 com a Terra produziria uma catástrofe de dimensões continentais. Milhares de cidades ficariam arrasadas e milhões de pessoas morreriam instantaneamente, num intervalo de alguns poucos minutos. Mas… observações posteriores permitiram uma determinação mais precisa da órbita do 2002NT7, e a probabilidade de colisão deixou de existir. Ufa! Este elemento foi oficialmente retirado da lista de objetos perigosos no dia 01/08/02.

Todavia, por outro lado, o problema das colisões com a Terra é muito mais amplo. Todos os dias a Terra é bombardeada por pequenos pedaços de asteróides chamados de meteoritos, tão pequenos, que muitas vezes nem nos damos conta de sua queda. Outros tantos asteróides ainda não foram descobertos pelos astrônomos, e podem estar passando muito perto de nós.

O que? Uma grande pedra pode vir do espaço, chocar-se com nosso planeta e destruir todos os estados deste mundo? O que você faria se isso fosse anunciado?

Foi exatamente isto que Deus predisse através do profeta Daniel. Uma grande pedra está se aproximando do nosso planeta. No capítulo dois de seu livro, ele descreve a história dos impérios da Terra. Naquela narrativa, cada um dos domínios mundiais é simbolizado pelas partes de uma estátua que foi vista num sonho. Pelo cumprimento minucioso da profecia ao longo da história, podemos ver que estamos vivendo na última parte, o que quase chamaríamos de a época dos “dedos da estátua”. Isto mostra-nos que estamos no fim da história dos impérios, e muito próximos do início de uma outra era.

Esta transição de épocas foi vista no sonho de uma forma realmente asteroidal. “…uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmigalhou. Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro foram despedaçados, viraram pó, como o pó da debulha do trigo na eira durante o verão. O vento os levou sem deixar vestígio. Mas a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda (Daniel 2:34-35)”.

No artigo que postei aqui na semana passada (www.novotempo.org.br/advir/?p=1841 – Seria Errado Contar Esta História) já descobrimos o que significam estes detalhes, de maneira que até poderíamos parafrasear estes versos assim: “…uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu as nações da Terra nos dias em que a Europa era dividida em nações fortes e fracas, ou seja, nos nossos dias e as esmigalhou. Então tudo o que restava das civilizações modernas, dos gregos, dos medos e persas e do domínio babilônico, foi destruído de maneira que até a lembrança delas foi extinta, sem deixar vestígio. Mas a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda (Daniel 2:34-35 – Paráfrase)”.

Falta-nos descobrir o significado de dois itens deste texto: a “pedra” e a “montanha que encheu toda a terra”. Sobre este último item, também já começamos a estudar: “na época desses reis, o Deus dos céus estabelecerá um reino que nunca será dominado por nenhum outro povo, destruirá todos os reinos daqueles reis e os exterminará (Daniel 2:44)”. Em breve, “o reino do mundo se” tornará “de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre (Apocalipse 11:15)”. “Este Jesus é a pedra (Atos 4:11)” que destruiu a estátua. Sim, “essa rocha era Cristo (1Corintios 10:4)”!

Quando Jesus estava se despedindo dos discípulos (João 14:1-3), fez esta promessa: “Sim, venho em breve (Apocalipse 22:20)”! E deste então, os fiéis cristãos têm guardado esta “bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo (Tito 2:13)”. Em Sua primeira vinda, Jesus veio em humilhação, mas o Seu retorno “será na glória de seu Pai (Mateus 16:27)”. “Ele vem com as nuvens, e todo olho o verá (Apocalipse 1:7)”. “Se, então, alguém lhes disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou: ‘Ali está ele!’, não acreditem. Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos (Mateus 24:23-24)”. Por isso, Ele mesmo advertiu: “cuidado, que ninguém os engane (Mateus 24:4)”. “Mas vocês, irmãos, não estão nas trevas, para que esse dia os surpreenda como ladrão (1Tessalonicenses 5:4)”. Na sua Bíblia, está escrito sobre como a volta de Jesus vai ser! O grande evangelista Moody dizia que há umas 2.500 referências a este assunto.

O apóstolo João foi um que teve uma visão a respeito da vinda de Cristo e disse: “E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante ao Filho do homem, que tinha sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice aguda (Apocalipse 14:14 – RC)”. Palavras muito parecidas com as de Jesus: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória. Vejam que eu os avisei antecipadamente. “Assim, se alguém lhes disser: ‘Ele está lá, no deserto!’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa!’, não acreditem. Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem (Mateus 24:30, 25-27)”.

Jesus usou a figura de um relâmpago para dizer que não haverá nada de secreto quando Ele vier. Será de uma forma globalmente pública. Isto se harmoniza com as descrições de Salmo 50:3-6; Jeremias 25:30-35; Apocalipse 1:7; etc. E nós “o veremos como ele é (1João 3:2)”.

Será à “meia noite” da história deste planeta, quando grande parte da humanidade estiver dormindo tranqüila, e uma outra pequena quantidade de pessoas estiver nas esquinas, bares, boates, plantões, viagens, criminalidades… Um dia comum, para a maioria desavisada dos terráqueos. “Naquele Dia os céus vão desaparecer com um barulho espantoso, e tudo o que há no universo será queimado. A terra e tudo o que ela tem vão sumir… Naquele Dia os céus serão destruídos com fogo, e tudo o que há no universo ficará derretido… Sabendo que tudo isso vai ser destruído assim, então que tipo de gente vocês precisam ser? As suas vidas devem ser agradáveis a Deus e dedicadas a ele. Esperem a vinda do Dia de Deus e façam o possível para que ele venha logo mesmo (2Pedro 3:10-12 – BLH)”. Então você poderá dizer, “este é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos (Isaias 25:9 – RA)”. “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus (1Tessalonicenses 4:16 – RA)”, “com todos os seus anjos (Mateus 25:31; 1Tessalonicenses 3:13)” e muito barulho!!Cristo “voltará da mesma forma como o viram subir (Atos 1:11)”, isto é, pessoalmente.

Mas neste momento, enquanto Ele desce, antes do encontro, algo milagroso acontece: “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (1Tessalonicenses 4:16)”. “Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós [os vivos] seremos transformados. Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade. Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: ‘A morte foi destruída pela vitória’ (1Coríntios 15:52-54)”. Então Jesus “enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e estes reunirão os seus eleitos dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus (Mateus 24:31)”. “Depois nós, os que estivermos vivos seremos arrebatados com eles nas nuvens”. Será o episódio do tão espetacular e esperado ARREBATAMENTO. Todos os justos, de todas as épocas, os ressuscitados e os que não provaram a morte, transformados em corpos gloriosos e imortais, subiremos “para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre (1Tessalonicenses 4:17)”.

Entretanto, infelizmente este não será o mesmo quadro para todos os seres humanos. Jesus falou: “Eis que venho em breve! A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez (Apocalipse 22:12)”. “O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz tropeçar e todos os que praticam o mal (Mateus 13:41)”. E lhes dirá “claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal (Mateus 7:23)”, “para o fogo eterno (Mateus 25:41)”. De sua visão desta cena, João descreveu: “O céu foi se recolhendo como se enrola um pergaminho, e todas as montanhas e ilhas foram removidas de seus lugares. Então os reis da terra, os príncipes, os generais, os ricos, os poderosos todos, escravos e livres, esconderam-se em cavernas e entre as rochas das montanhas. Eles gritavam às montanhas e às rochas: ‘Caiam sobre nós e escondam-nos da face daquele que está assentado no trono e da ira do Cordeiro! Pois chegou o grande dia da ira deles; e quem poderá suportar?’ (Apocalipse 6:14-17)”.

“Então será revelado o perverso, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e destruirá pela manifestação de sua vinda (2Tessalonicenses 2:8)”. Não se trata de discriminação. A diferença será determinada por ter aceitado ou rejeitado a Cristo. É verdade que “os céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios”. Na realidade, “o Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento (2Pedro 3:7-9)”, “ porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (São João 3:16)”.

Não nos cabe saber o dia certo em que Jesus irá voltar (Atos 1:7). “Ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai (Mateus 24:36)”. Mas há várias pistas bíblicas que nos sinalizam que este evento está chegando, como disse São Pedro: “O fim de todas as coisas está próximo (1Pedro 4:7)”. Um exemplo são as mutações que o mundo natural tem sofrido. Jesus disse que quando o tempo de Sua vinda ao nosso planeta estivesse se aproximando, haveria “grandes terremotos e pestes em vários lugares, acontecimentos terríveis e sinais provenientes do céu (Mateus 24:7; Lucas 21:11)”. Nada mais que a caótica situação atual do nosso ecossistema global, não acha?

Outras características da última época que antecede a chegada do Rei são:

Um tempo marcado por “guerras e rumores de guerras, nação contra nação, e reino contra reino;” com “coisas espantosas no céu e na terra… sangue e fogo e nuvens de fumaça (Mateus 24:6-7; Joel 2:30)”.

Um tempo de carência moral: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder… …esses também resistem à verdade. A mente deles é depravada; são reprovados na fé… …se introduzem pelas casas e conquistam mulheres instáveis sobrecarregadas de pecados, as quais se deixam levar por toda espécie de desejos. Elas estão sempre aprendendo, e jamais conseguem chegar ao conhecimento da verdade. (2Timóteo 3:1-9)”.

Um tempo de pobreza, com crescente e egoística desigualdade social (Tiago 5:1-9), causando fomes em várias sociedades (Mateus 24:7).

O jornalista Marcos de Benedicto apresenta uma lista das características do mundo religioso nos dias em que Cristo estiver para voltar: “Entre os sinais religiosos previstos por Jesus, Paulo, Pedro e João estão: (1) um interesse maior pelos prazeres, diversões e entretenimento do que por Deus (2Timóteo 3:4); (2) prática de uma religião de fachada (2Timóteo 3:5); (3) falta de amor (Mateus 24:12); (4) falta de fé (Lucas 18:8); (5) desprezo e zombaria em relação à idéia de que Deus criou o mundo e Jesus vai voltar (2Pedro 3:3-7); (6) aparecimento de falsos pregadores, fazendo milagres e maravilhas (Mateus 24:11-24); (7) o surgimento de um poder político-religioso totalitário, cujo líder é identificado como ‘anticristo’ e ‘monstro’ (1João 2:18; 2Tessalonicenses 2:1-10; Apocalipse 13); (8) perseguição aos crentes e grande tribulação (Mateus 24:9; Marcos 13:24-25); (9) divulgação das boas notícias de Cristo no mundo inteiro (Mateus 24:14; Apocalipse 14:6-7); (10) a aceitação de Cristo como Messias por um grande número de judeus (Romanos 9:11)” (Marcos De Benedicto, Fé Inteligente (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasilleira, 2001), 140).

Amigo, todas estas previsões bíblicas não parecem muito mais um retrato da situação em que o nosso mundo se encontra hoje? O que os noticiários nos apresentam é uma evidência muito forte de que estamos vivendo estes dias previstos pela Bíblia, ou seja, Jesus está para voltar!!! E o pior é que, apesar de tanta advertência, muita gente ainda vai ser pega de surpresa, “porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam (Mateus 24:44)”. “O dia do Senhor virá como ladrão à noite. Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente (1Tessalonicenses 5:3)”.

Portanto, mais importante do que saber a época em que Jesus virá é se preparar para recebê-Lo. Ele mesmo disse para vigiarmos e orarmos (Mateus 24:44; 25:13; Lucas 21:34). Um dos melhores textos bíblicos que nos ensinam como nos prepararmos para o advento de Cristo são os capítulos 24 e 25 de São Mateus. Estude-os! Será a sua primeira ação demonstrativa de que você faz parte do povo que aguarda o retorno de Jesus.

Durante o tempo em que convivi com meu pai, o vi chorar apenas uma vez, em sua vida normal. Ele tinha ficado, por umas 12 semanas, há uma longitude muito grande, distante de nós. Naquele período, em um dos telefonemas que fez à minha mãe, ele disse a ela que tinha apenas um temor: que minha irmã não o reconhecesse mais quando ele voltasse, por ela ser uma criança muito pequena. Lembro-me do dia do reencontro como se fosse hoje. Quando o vimos se aproximando, ainda longe, minha irmã saiu numa disparada, gritando: “papai, papai, papai !!!!”. Nosso herói não agüentou. Ele chorou de amor, porque sua filha o esperava, o reconheceu e o recebeu com alegria.

Nosso Criador Jesus está distante deste planeta há um bom tempo. Ele planeja voltar para um filho que tanto ama: você. Como será o seu encontro com Ele?

Seria errado aceitar uma pedrada?

Um abraço,

Pr. Valdeci Jr.
Advir